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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Catastrophe but Kimba survives spin cycle

Catastrophe but Kimba survives spin cycle
Kimba - the kitten that went through almost a full cycle in a washing machine, with owner Margaret Rogers. Picture: ANNIKA ENDER
THE last thing Lindsay Rogers expected when he opened his front-loader washing machine was the mournful “meow” of his bedraggled and seriously dizzy four-month-old kitten, Kimba.
Mr Rogers, of Manly Vale, was loading the washing machine when Kimba decided to sneak inside and snuggle into the dirty clothes while his back was turned, but the machine’s door was open.
Suspecting nothing, Mr Rogers turned around, closed the door, started the machine and walked away.
“I put the clothes in, put the powder and the fabric softener in, put it on a cold wash - which was very lucky - and put it on for a 30-minute cycle,” he said.
“When I opened the door, it just went ‘meow’ and stuck its head out.
“I couldn’t believe it - the spin cycle at the end goes really fast and I couldn’t believe it survived.”
While most people he has told the story to have had a bit of a laugh, Mr Rogers said Kimba was seriously unwell with very sore eyes from the soap and he wasn’t sure how she would fare.
He rushed the little persian kitten to Allambie Vet, whose staff immediately put her on an intravenous drip.
Head nurse Natalie Macdonald said without intervention Kimba would have certainly died.
“She was very flat and wet, very recumbent and lying on her side and not very responsive,” Ms Macdonald said.
“The first thing they did was get some vitals, place her on an IV (intravenous therapy) and administer fluids.
“She was suffering from shock and hypothermia and they put her on a heat mat and dried her until her body temperature slowly returned to normal.”
Amazingly, after just a couple of hours, Kimba was stable and “purring like a little motor”, according to Mr Rogers.
How many lives has Kimba got left? What do you reckon? Comment below.
But the vet had serious concerns for her eyes, which were inflamed and ulcerated from the soap, and eye ointments, anti-inflammatories and antibiotics were introduced immediately.
Two weeks later Kimba was back to normal, with no long-term problems.
When Kimba’s other owner, Margaret Rogers, returned from overseas she said she was in “shock-horror” when she heard what had happened.
“I couldn’t believe what I was being told, but she is fine and is certainly a lucky little cat,” she said.


kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Dez prostitutas que mudaram o destino da História


Elas aqueceram leitos de reis, artistas, militares, celebridades. E, no caminho, aqueceram também o leito da História. Não há como negar que as donas (e donos) da profissão mais antiga do mundo  mudaram o curso das coisas. A revista Mental Floss fez uma seleção dos 10 mais ilustres representantes da classe - vale a pena conferir. Não, não foi dessa vez que incluíram a Bruna Surfistinha.

Mata Hari: fascinante espiã 
Editora Globo

Em outubro de 1917, em seu último gesto sedutor, Mata Hari jogou um beijinho para a tropa de fuzilamento. A prostituta - e secretamente espiã alemã - havia rodado o ambiente militar da Tríplice Entente e comprometido segredos de guerra importantíssimos, como a nova arma inglesa: o tanque de guerra. Ela foi executada respondendo pela morte de mais de 50 mil pessoas.

Mike Jones: herói dos homossexuais
Este foi o justiceiro da causa gay no Colorado, EUA. Mike era amante de muitos homens importantes, entre eles um que ele chamava carinhosamente de Art – e todo o resto do mundo conhecia como reverendo Ted Haggard, líder do movimento cristão evangélico. Art era também uma das cabeças no protesto anticasamento gay, que seria votado no Colorado em novembro de 2006.
Escandalizado com a hipocrisia de seu amante, Mike foi a um programa de rádio e contou cada detalhe sórdido da relação dos dois. A notícia não foi o bastante para fazer com que o referendo fosse um sucesso para a causa gay, mas, ao menos, a comunidade GLSBT teve o gostinho de ver o reverendo sendo expulso da igreja e virando um vendedor de apólices de seguro.
Valerie Jean Solanas: quase-assassina de Warhol Durante a década de 60, a “Factory” de Andy Warhol - estúdio do artista que se transformou em refúgio para excêntricos e aqueles que só queriam curtir uma viagem de anfetamina – estava a toda produção e de portas abertas a quem interessasse. Até que uma dessas excêntricas, a ex-estudante de psicologia e prostituta Valerie, apareceu em sua porta com uma peça chamada “Dentro da sua bunda” (uma delicadeza de menina, não?). Warhol achou que a peça era chocante demais até para ele. Deu apenas um papel para ela em outra de suas produções e a pagou US$ 25 pelo serviço.
Depois disso, Valerie chegou ao pico de sua loucura. Em junho, deu um tiro em Warhol que quase lhe tirou a vida. Ela se entregou no mesmo dia, passou três anos presa e muitos indo e voltando de manicômios. Em liberdade, infernizou Warhol por telefone até o fim de seus dias, quando foi encontrada em decomposição em seu quarto alugado. Quanto à Factory, infelizmente nunca mais foi tão aberta às massas absurdas que inspiravam a pop art de Wahrol. Com seu corpo para sempre danificado pelo tiro, Warhol achou melhor dedicar sua atenção a alguns amigos ricos e celebridades – que provavelmente não atirariam nele.

Belle de Jour : a prostituta nerd 
Editora Globo
Belle de Jour
Em 2003, um blog incomum foi eleito o melhor da blogosfera pelo jornal inglês The Guardian. No “Diário de uma garota de programa londrina”, Belle de Jour, uma prostitua de luxo, escrevia sobre como seus clientes a tratavam melhor do que os homens que a levavam para sair de verdade. Escreveu livros, tornou-se colunista do Sunday Telegraph.
Sua identidade permaneceu em segredo até novembro de 2009, quando um ex namorado furioso ameaçava expô-la. Antes que ele fizesse isso, ela veio ao público por conta própria e chocou a todos. Era a Dr. Brooke Magnanti, uma loira belíssima que passava seus dias pesquisando o câncer infantil. Explicou a todos que se prostituíra para conquistar a estabilidade financeira que lhe permitisse escolher a área científica de que mais lhe agradasse.

Geórgia Beyer: primeira prefeita transexual do mundo George nasceu em 1957 e cresceu como um garoto do campo na Nova Zelândia. Quando completou 17 anos, descobriu o mundo das drag queens e passou a fazer shows e a se prostituir. Assim, George economizou dinheiro para se tornar Georgina. Essa nova mulher se dedicou à vida de atriz e, logo de assistente social. Mesmo causando impacto a princípio, logo ela encantou a todos e teve grandes conquistas, como melhorar o sistema educacional local. Em 1995 foi eleita a primeira prefeita transexual do mundo. Em quatro anos, ela chegou ao Parlamento, onde lutou pelos direitos dos gays até 2007, quando se aposentou.

Carol Leigh: a sindicalista Se você tem direito a plano de saúde, férias remuneradas e acha que todos os seus direitos trabalhistas são muito justos, por que as prostitutas não poderiam pensar o mesmo? A ativista Carol Leigh conquistou direitos para as prostitutas em São Francisco, na Califórnia. Desde os anos 70, sob o codinome Scarlot Harlot, ela trabalha como advogada, prostituta e vídeo artista. Hoje, é consultora internacional em direitos das profissionais do sexo para África do Sul, Tailândia, Hungria, entre outros países. Para ela, o mundo ideal é aquele em que, além de ter uma profissão legalizada, as prostitutas têm aulas grátis de defesa pessoal, preservativos e educação sexual, oportunidades de estudo e até o direito de – como aconteceu na França - escrever ao presidente reclamando que as estrangeiras estão roubando seus empregos.

Ana Bolena: amante religiosa 
Editora Globo
Reprodução: Creative Commons
Ela foi amante (o que, para a sociedade da época, não era muito distante de prostituta) do Rei Henrique VIII e depois se tornou rainha da Inglaterra. E, antes de ter sua cabeça cortada por seu amado, ajudou na criação de uma nova religião: o anglicanismo. O fato de a igreja Católica não concordar em dar a separação e a ratificar o novo casamento, ajudou Henrique VIII a tomar a decisão de criar a nova religião.

Jim Carroll: poeta, prostituto e astro do rock Se tem alguém que deve agradecer a este prostituto ilustre é Leonardo DiCaprio. Foi interpretando sua autobiografia em Diário de um drogado – do livro Diário de basketball – que o ator ganhou fama e começou uma carreira séria. Assim como no filme, Carroll se prostituía para sustentar seu vício. Apesar disso era um escritor genial, músico brilhante e até roteirista de alguns dos filmes de Andy Warhol. Em toda a década de 80 e 90, seu livro foi leitura obrigatória para os jovens.

As vítimas de Jack, o estripador As vítimas de Jack, o Estripador são quase mártires da categoria. O serial killer fez uma fama negra por estrangular prostitutas e, depois, desfigurar seu rostos, genitálias e retirar seus órgãos. Seus crimes, entre 1888 e 1891, criaram pânico geral e também fizeram com que o governo local passasse a prestar mais atenção nas prostitutas da região, oferecendo a elas melhores oportunidades.

Aileen Wuornos: porque mulheres também são serial killers 
Editora Globo
Reprodução: Wikimedia Commons
Se Jack, o Estripador, era um homem que matava prostitutas, Aileen era seu exato oposto: uma prostituta que matava homens. Sua mãe a abandonou quando ela era ainda criança e, em sua adolescência, o pai foi preso por prática de pedofilia. Para se sustentar, ela se tornou prostituta e passou a matar caminhoneiros na beira da estrada. Sete assassinatos depois, Aileen foi presa e passou mais de uma década no corredor da morte. Até que, um dia, demitiu todos seus advogados e disse que queria morrer. “Eu sou uma pessoa que odeia profundamente a vida e mataria de novo”, ela disse. 

sexta-feira, 26 de março de 2010

13 Things Your Hairstylist Won't Tell You

Hairstylists share their tips for understanding their jobs and how to get the most out of your time in the swivel chair.

1. 
I'm a beautician, not a magician. I can give you Gisele Bündchen's haircut, but I can't give you her face.

2. 
Come at least five minutes early. If you're running late, please call ahead. Show me some basic respect. This is a business, not fun and games.

3. Don't ask me to "squeeze" you in when I'm already booked. I'd be taking time and effort away from other clients. You wouldn't like being treated that way.


4. Hairdresser school does not teach about counter transference, projection, negative reinforcement, or personality disorders. If you're looking for a therapist, all I have is a tail comb and an opinion.




5. Some women think that if they keep their hair all one length the way it was in high school, everyone will think they're still in high school. Guess what? You're not. As you get older, you need to soften the linesaround your face. Layers are the magic remedy.


6. Bodies and hair change as hormones change. If your hair is dry, listless, or brittle, or if it's not holding your color or style the way it used to, see a doctor. If your hair isn't overprocessed, you could be pregnant (surprise!) or menopausal (yes, I can tell).


7. A trim is not "just" a trim. It requires my expertise, skill, knowledge, and time. Would you say to your dentist, "It's just a tooth," or to your doctor, "It's just a leg"?


8. That single bill you stuff into the shampoo person's hands isn't doing her any favors. A dollar bill doesn't buy anything anymore. You should tip her at least $3—more if your hair is long.


9. If you want to buy a bottle of color and do your own hair to save a buck, you can live with the consequences.


10. Some clients will say, "Cut my hair just like you did last time." That always baffles me. The average time between appointments is six to eight weeks. I have hundreds of clients. How am I supposed to remember exactly how I did your hair the last time? If you want a carbon copy of a cut and style you loved, take a picture and show me.


11. Why do you think a child's haircut should cost less than yours? Kids don't sit still. Kids kick. It's an intense experience.


12. Standing all day and using scissors and a blow-dryer takes its toll—I have arthritis in my fingers, calcium deposits in my wrist, and 10 percent less hearing than I used to. I am a physical wreck.


13. We see women at their worst. Their hair is wet, they have foils on their hair, they have no makeup on. There's nothing for them to hide behind. So they tell us everything. The truth is, I really don't care what they do sexually. I'm only interested in their hair.

sábado, 5 de dezembro de 2009

genival cassiano

no jornal da globo de ontem, nelson motta falou na sua coluna sobre genival cassiano, cantor e compistor, um dos percursores da soul music no brasil. muitos outros artistas fizeram sucesso com as musicas dele, mas genival gravou poucos discos.

vale a pena assistir, amei. baixei varias

terça-feira, 24 de março de 2009

Lavagem Cerebral em 8 passos

As principais caracteristicas do controle da mente.

- Controle do pensamento: Naum eh permitido ler material ou falar com pessoas que tenham ideias contrarias as do grupo. Em alguns casos, a vitima eh geograficamente isolada da familia e dos amigos.

- Hierarquia rigida: Saum criados modos uniformizados de agir e pensar, desenvolvidos para parecer espontaneos. A vitima eh convencida da autoridade absoluta e do carater especial - as vezes, sobrenatural - do lider.

- Mundo dividido: O mundo eh dividido entre "bons" (o grupo) e "maus" (todo o resto). Naum existe meio-termo. Eh preciso se policiar para agir de acordo com o padraum de comportamento "ideal".

- Delaçaum premiada: Qualquer atitude errada, ainda que cometida em pensamento, deve ser reportada ao lider. Tambem se deve delatar os erros alheios. Isso acaba com o senso de privacidade e fortalece o lider.

- Verdade verdadeira: O grupo explica o mundo com regras proprias, vistas como cientificamente verdadeiras e inquestionaveis. A vitima acredita que sua doutrina eh a unica que oferece respostas validas.

- Codigo secreto: O grupo cria termos proprios para se referir a realidade, muitas vezes incompreensiveis, para as pessoas de fora. Uma linguagem muito especifica ajuda a controlar os pensamentos e as ideias.

- Meu mundo e nada mais: O grupo passa a ser a coisa mais importante - se bobear, a unica. Nenhum compromisso, plano ou sonho fora daquele ambiente eh justificavel.

- Ninguem sai: A vitima se sente presa, pois naum pode imaginar uma vida completa e feliz fora do grupo. Isso pode ser usado por politicos e militares para justificar execuçoes.

(superinteressante, março/2008)