hj saimos fomos a 4 lugares diferentes, no fim das contas ficamos no tal do pygmalion, beijei um irlandes, acho que o nome era patrick. os irlandeses saum realmente travados.
uma carteira de malboro light custa mais de 8 euros, que inferno.
sábado, 15 de maio de 2010
dois comentarios sobre a noite de hj no bia bar.
um rapaz colocou 5 euros no meu sapato. 5? acha que valho soh 5? comprei um hot dog.
outro perguntou se meus cilios eram falsos. eu disse q naum e ele insistiu que sim. fechei os olhos pra ele ver e ele me deu um selinho. fiquei bege.
um rapaz colocou 5 euros no meu sapato. 5? acha que valho soh 5? comprei um hot dog.
outro perguntou se meus cilios eram falsos. eu disse q naum e ele insistiu que sim. fechei os olhos pra ele ver e ele me deu um selinho. fiquei bege.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Os fãs espanhóis de Lady Gaga parecem empenhados em fazer a turnê "The Monster Ball Tour" passar pelo país.
No último final de semana, mais de 200 pessoas - algumas até travestidas da cantora - se reuniram para dançar os sucessos da cantora em um flash mob realizado em uma das principais praças de Madrid.
De acordo com a descrição do vídeo publicado no Youtube, o objetivo dos "manifestantes" é chamar a atenção da cantora para que ela vá ao país, além de mostrar "o poder das redes sociais e a forma como elas estão alterando as formas de relacionamento".
No último final de semana, mais de 200 pessoas - algumas até travestidas da cantora - se reuniram para dançar os sucessos da cantora em um flash mob realizado em uma das principais praças de Madrid.
De acordo com a descrição do vídeo publicado no Youtube, o objetivo dos "manifestantes" é chamar a atenção da cantora para que ela vá ao país, além de mostrar "o poder das redes sociais e a forma como elas estão alterando as formas de relacionamento".
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
chegay
nos ultimos dias em poa naum vi quase ninguem, meu celular estragou. talvez melhor assim, sensacao que estou ainda ai.
depois de 752 horas de viagem, andando em avioes que chacoalhavam mais que a bunda da jennifer lopez, finalmente cheguei em meu destino final e com louvor na imigracao, super tranquila querida e quente comigo. as 3 vezes que fui no banheiro de frankfurt alguem me comentou que estaria no banheiro errado. e a imigracao pensou o que? nada me perguntaram! o policial lindo, com um sorriso nos labios e olhos... hahahaha. frieza dos alemaes, cada um vivendo sua vida e naum dos outros, cheiro de comida que nao suporto. lembrei pq nao gostava do cheiro das coisas por aqui, naum sei explicar, mas eh ruim. vale comentar que optei comer um mc rib no mc donalds, keine zwiebel. naum tava levando fe mas as aulas de alemao no goethe me fizeram entender mais que eu imaginava e eu atrevida perguntei pelo gate dreiunddreißig
marco paulinho e nadia no aeroporto, vibe super boa, pegamos o taxi e viemos aqui para a casa do michael. jah estou deitadinha pra dormir, tranquila e serena, um pouco de tosse desde o brasil, aqui em dublin segundo o gadget do windows sidebar esta 4 graus. naum achei frio, bom sou a rainha dos calores....
amanha coisas pra fazer, ver a cidade, pessoas e o melhor: sensacaum de estar vivendo. vamos ver no que vai dar.
bjs
depois de 752 horas de viagem, andando em avioes que chacoalhavam mais que a bunda da jennifer lopez, finalmente cheguei em meu destino final e com louvor na imigracao, super tranquila querida e quente comigo. as 3 vezes que fui no banheiro de frankfurt alguem me comentou que estaria no banheiro errado. e a imigracao pensou o que? nada me perguntaram! o policial lindo, com um sorriso nos labios e olhos... hahahaha. frieza dos alemaes, cada um vivendo sua vida e naum dos outros, cheiro de comida que nao suporto. lembrei pq nao gostava do cheiro das coisas por aqui, naum sei explicar, mas eh ruim. vale comentar que optei comer um mc rib no mc donalds, keine zwiebel. naum tava levando fe mas as aulas de alemao no goethe me fizeram entender mais que eu imaginava e eu atrevida perguntei pelo gate dreiunddreißig
marco paulinho e nadia no aeroporto, vibe super boa, pegamos o taxi e viemos aqui para a casa do michael. jah estou deitadinha pra dormir, tranquila e serena, um pouco de tosse desde o brasil, aqui em dublin segundo o gadget do windows sidebar esta 4 graus. naum achei frio, bom sou a rainha dos calores....
amanha coisas pra fazer, ver a cidade, pessoas e o melhor: sensacaum de estar vivendo. vamos ver no que vai dar.
bjs
sábado, 8 de maio de 2010
videos da noite de ontem
left e eu passamos um pedaco da madrugada assistindo videos e tomando tetos, foi otimo.
westlife e claudia schiffer - uptown girl
spice girls - 2 become 1 (detalhe pro recorte do cabelo da mel b)
naldo - na veia (chris brown brasileiro que algumas ficam quente)
'nsync - it's gonna be me
e umas montagens do alem da britney na circus tour
if u seek amy
radar
+__+ como diria a left
westlife e claudia schiffer - uptown girl
spice girls - 2 become 1 (detalhe pro recorte do cabelo da mel b)
naldo - na veia (chris brown brasileiro que algumas ficam quente)
'nsync - it's gonna be me
e umas montagens do alem da britney na circus tour
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Idéias Deliróides
A distinção fundamental entre Idéias Delirantes (que é o Delírio) e Idéias Deliróides, é que nas Idéias Deliróides a imagem do mundo exterior é falsificada de acordo com as demandas afetivas e instintivas fragilizadas. O sistema deliróide constrói a realidade da qual a pessoa necessita emocionalmente, portanto, é uma construção da realidade secundária às exigências emocionais e não, como no Delírio, uma ocorrência primária.
O raciocínio que caracteriza a idéia deliróide é bastante similar àquele que todos nós utilizamos, embora de grau muito diferente (patológico). Seria uma fantasia ou devaneio patologicamente mais sólido que aqueles aos quais todos nós estamos sujeitos nos momentos de angústia. Na penúria nos imaginamos ganhando na loteria, o deliróide tem certeza de que ganhou...
Por isso a Idéia Deliróide é compreensível para as pessoas normais na maioria das vezes. Nossas crenças tendem a ser subjetivamente coloridas e, sem dúvida, todos recorremos a certas ficções por insegurança. O emprego da Racionalização e da Projeção com propósitos defensivos, por exemplo, têm o mesmo objetivo psicológico da utilização patológica desses Mecanismos de Defesa como acontece nas Idéias Deliróides.
As Idéias Deliróides, notadamente aquelas organizadas e sistematizadas, constituem tentativas de manipular os problemas e as tensões da vida através da fantasias elaboradas para fornecer aquilo que a vida real nega, entretanto, devido ao seu aspecto mórbido, tais fantasias não são construídas numa estrutura compatível com uma adaptação social normal.
Verificamos, com freqüência, que o conteúdo das Idéias Deliróides revela aspectos significativos dos problemas pessoais do paciente. As fontes desses problemas podem ser freqüentemente encontradas em inclinações e impulsos contrariados, esperanças frustradas, sentimentos de inferioridade, inadequações biológicas, qualidades rejeitadas, desejos importunantes, sentimentos de culpa e outras situações que exigem uma defesa contra a angústia.
Uma profunda necessidade de consolo pode ser satisfeita por idéias auto-elogiosas, portanto, uma falsa Idéia Deliróide de grandeza, por exemplo, pode refletir uma defesa contra sentimentos de inferioridade.
Na Depressão Grave com Sintomas Psicóticos, como sabemos e bem atestou Kurt Schneider, embora a tristeza vital seja considerada primária, no sentido de ser também incompreensível e psicologicamente irredutível, dela deriva e se vincula toda a gama de Idéias Deliróides depressivas. Essas Idéias Deliróides são Pseudo-delírios ou Delírios Secundários, como os denomina Jaspers, por tomá-los psicologicamente compreensíveis e dentro do quadro clínico geral em que se forma formam. Atualmente fala-se também em Delírio Humor-Congruentes.
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domingo, 2 de maio de 2010
Shakira - Gypsy
a beleza da shakira e do tenista rafael nadal................. completamente viciada, quem diria hein shakira...
sábado, 1 de maio de 2010
Diretora aposta nas experiências de jovens do interior em "Antes que o Mundo Acabe"
Mostrar que os jovens do interior têm uma vivência tão rica
e variada quanto os da cidade, é o forte do filme
Divulgação
Atores em cena de "Antes que o Mundo Acabe", de Ana Luiza Azevedo
A premiada curtametragista gaúcha Ana Luiza Azevedo costuma dizer que “um filme vem de uma ideia”. Ela aplica à risca sua filosofia em seu primeiro longa, “Antes que o Mundo Acabe”, que exibe um punhado de boas ideias bem executadas ao longo de pouco mais de uma hora e meia. Para ela, uma das coisas mais fortes em seu filme é mostrar que os jovens do interior têm uma vivência tão rica e variada quanto os da cidade. “Acredito que essa seja minha contribuição”, disse ao UOL Cinema.
O filme, porém, tem ambição bem maior do que apenas retratar a vida de jovens do interior. A diretora sabe que o grande desafio que tem pela frente é chegar ao coração do público de seu filme e vencer dois preconceitos envolvendo adolescentes e adultos. “O público jovem sempre foi um pouco negligenciado pelo cinema brasileiro, por isso é tão distante. Eles são muito motivados por aquilo que está em evidência. Então, boa parcela acaba vendo apenas os grandes sucessos americanos”.
Esse panorama, no entanto, parece caminhar para uma mudança gradual. Há poucas semanas estreou em circuito “As Melhores Coisas do Mundo”, de Laís Bodanzky, que tem como personagens centrais um grupo de adolescentes de classe média alta da cidade de São Paulo. O de Ana Luiza leva às telas amigos da mesma faixa etária morando numa cidadezinha do interior do Rio Grande do Sul. Em comum está a forma como as duas diretoras pesquisaram para fazer seus filmes.
Os dois filmes usaram um método bastante parecido: muita conversa com jovens sobre o seu universo, suas experiências, expectativas. Enquanto fazia oficinas para a escolha de atores, Ana permitiu que esses próprios adolescentes dessem alguns palpites no roteiro que liam. “Absorvemos muitos elementos deles, muitas coisas que eles nos contavam e sugeriam. Creio que isso traz uma grande verdade para o filme, faz com que os personagens sejam pessoas de verdade, não apenas criações que saíram da cabeça de alguém”.
Como ressalta a diretora, isso deu segurança à equipe. “O pessoal jovem mostrava muito interesse pela história quando lia o roteiro. Há alguns elementos de suspense e isso os instigava a querer saber como a questão de um roubo na escola, por exemplo, seria resolvida no final. O trabalho com eles também nos ajudou nos diálogos. Pudemos incorporar o jeito como os adolescentes de hoje falam, as gírias, as expressões”.
Mais segura por conta dessa cooperação estreita com os jovens, Ana continuava intrigada sobre como seria a recepção do filme pelos adultos. A resposta veio em julho do ano passado, quando “Antes que o Mundo Acabe” estreou no 2º Festival de Paulínia, de onde saiu com diversos prêmios, entre eles de direção, fotografia (para Jacob Solitrenick), e da crítica. “Eu achava que os adultos se identificariam com os pais dos personagens. Mas que nada, eles foram tomados por alguma nostalgia. Todo mundo vinha me falar que saiu do filme lembrando da adolescência, do primeiro fora amoroso, do primeiro porre”.
O roteiro, que é creditado a Ana, Giba Assis Brasil (também montador do longa e marido da diretora), Paulo Halm e Jorge Furtado, é baseado no romance homônimo de Marcelo Carneiro da Cunha, mas traz algumas mudanças radicais logo de início. O texto original se passa em Porto Alegre, ao contrário do longa, em que a capital do estado se transforma num sonho distante ou numa possibilidade de futuro para os jovens personagens. “Eu sou do interior e tinha essa experiência. Aliás, dos roteiristas, sou a única que não é de cidade grande, por isso pude colaborar muito nesse sentido”, comemora.
Além disso, para compor o elenco juvenil, a equipe da diretora passou a procurar possíveis atores estreantes em cidades do interior do Rio Grande do Sul, onde se passa a história, e onde o filme seria rodado – “não há nenhuma cena feita em estúdio, é tudo locação”, ressalta a diretora. “Depois de vários testes, foram selecionados 30 adolescentes. Metade deles formaria uma classe de estudantes que aparece no filme.”
Entre eles, estava Pedro Tergolina, que já havia trabalhado com a diretora no curta “Dona Cristina Perdeu a Memória”. Ele acabou ficando com o papel principal. Como o ator é de Porto Alegre, precisou viver um tempo no interior para se adaptar ao mundo do personagem. “Ele experimentou a rotina de quem vive numa cidade pequena. Acho que descobriu muita coisa que levou para o filme”.
Os atores jovens fizeram algumas oficinas mas, em alguns casos, não precisaram de preparação alguma. “Acho que quando o assunto é amor, a gente não precisa ensaiar nada, isso vem com naturalidade”. No filme, Pedro, Eduardo Cardoso e Bianca Menti vivem um triângulo amoroso – algo à la “Jules e Jim”, o famoso filme de François Truffaut. Ana conta que eles estavam tão envolvidos que até desconfia que possa ter ocorrido algo fora das telas. “Se aconteceu de verdade eu não sei não, mas os dois meninos estavam muito encantados com ela. Isso a gente percebia”, confidencia.
Essa química entre o trio, aliás, foi uma das coisas que mais encantou a diretora no processo de filmagem. “Quando a gente chega num set e os atores assumem aquilo que está no papel, tudo meio que sai de controle. Eles tomam conta do personagem e trazem um frescor para o filme. Isso é muito bom, porque, às vezes, a gente está envolvida com uma história há tanto tempo que precisa dessa carga nova para revitalizar”.
Além de estar engajada no lançamento de “Antes que o Mundo Acabe”, que acontece em 14 de maio no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e nas semanas seguintes em outras cidades do país, Ana trabalha também com uma série do canal a cabo HBO, “Mulher de Fases”, na qual assina a direção, ao lado de Marcio Schoenardie.
O filme, porém, tem ambição bem maior do que apenas retratar a vida de jovens do interior. A diretora sabe que o grande desafio que tem pela frente é chegar ao coração do público de seu filme e vencer dois preconceitos envolvendo adolescentes e adultos. “O público jovem sempre foi um pouco negligenciado pelo cinema brasileiro, por isso é tão distante. Eles são muito motivados por aquilo que está em evidência. Então, boa parcela acaba vendo apenas os grandes sucessos americanos”.
Esse panorama, no entanto, parece caminhar para uma mudança gradual. Há poucas semanas estreou em circuito “As Melhores Coisas do Mundo”, de Laís Bodanzky, que tem como personagens centrais um grupo de adolescentes de classe média alta da cidade de São Paulo. O de Ana Luiza leva às telas amigos da mesma faixa etária morando numa cidadezinha do interior do Rio Grande do Sul. Em comum está a forma como as duas diretoras pesquisaram para fazer seus filmes.
Os dois filmes usaram um método bastante parecido: muita conversa com jovens sobre o seu universo, suas experiências, expectativas. Enquanto fazia oficinas para a escolha de atores, Ana permitiu que esses próprios adolescentes dessem alguns palpites no roteiro que liam. “Absorvemos muitos elementos deles, muitas coisas que eles nos contavam e sugeriam. Creio que isso traz uma grande verdade para o filme, faz com que os personagens sejam pessoas de verdade, não apenas criações que saíram da cabeça de alguém”.
Como ressalta a diretora, isso deu segurança à equipe. “O pessoal jovem mostrava muito interesse pela história quando lia o roteiro. Há alguns elementos de suspense e isso os instigava a querer saber como a questão de um roubo na escola, por exemplo, seria resolvida no final. O trabalho com eles também nos ajudou nos diálogos. Pudemos incorporar o jeito como os adolescentes de hoje falam, as gírias, as expressões”.
Mais segura por conta dessa cooperação estreita com os jovens, Ana continuava intrigada sobre como seria a recepção do filme pelos adultos. A resposta veio em julho do ano passado, quando “Antes que o Mundo Acabe” estreou no 2º Festival de Paulínia, de onde saiu com diversos prêmios, entre eles de direção, fotografia (para Jacob Solitrenick), e da crítica. “Eu achava que os adultos se identificariam com os pais dos personagens. Mas que nada, eles foram tomados por alguma nostalgia. Todo mundo vinha me falar que saiu do filme lembrando da adolescência, do primeiro fora amoroso, do primeiro porre”.
O roteiro, que é creditado a Ana, Giba Assis Brasil (também montador do longa e marido da diretora), Paulo Halm e Jorge Furtado, é baseado no romance homônimo de Marcelo Carneiro da Cunha, mas traz algumas mudanças radicais logo de início. O texto original se passa em Porto Alegre, ao contrário do longa, em que a capital do estado se transforma num sonho distante ou numa possibilidade de futuro para os jovens personagens. “Eu sou do interior e tinha essa experiência. Aliás, dos roteiristas, sou a única que não é de cidade grande, por isso pude colaborar muito nesse sentido”, comemora.
Além disso, para compor o elenco juvenil, a equipe da diretora passou a procurar possíveis atores estreantes em cidades do interior do Rio Grande do Sul, onde se passa a história, e onde o filme seria rodado – “não há nenhuma cena feita em estúdio, é tudo locação”, ressalta a diretora. “Depois de vários testes, foram selecionados 30 adolescentes. Metade deles formaria uma classe de estudantes que aparece no filme.”
Entre eles, estava Pedro Tergolina, que já havia trabalhado com a diretora no curta “Dona Cristina Perdeu a Memória”. Ele acabou ficando com o papel principal. Como o ator é de Porto Alegre, precisou viver um tempo no interior para se adaptar ao mundo do personagem. “Ele experimentou a rotina de quem vive numa cidade pequena. Acho que descobriu muita coisa que levou para o filme”.
Os atores jovens fizeram algumas oficinas mas, em alguns casos, não precisaram de preparação alguma. “Acho que quando o assunto é amor, a gente não precisa ensaiar nada, isso vem com naturalidade”. No filme, Pedro, Eduardo Cardoso e Bianca Menti vivem um triângulo amoroso – algo à la “Jules e Jim”, o famoso filme de François Truffaut. Ana conta que eles estavam tão envolvidos que até desconfia que possa ter ocorrido algo fora das telas. “Se aconteceu de verdade eu não sei não, mas os dois meninos estavam muito encantados com ela. Isso a gente percebia”, confidencia.
Essa química entre o trio, aliás, foi uma das coisas que mais encantou a diretora no processo de filmagem. “Quando a gente chega num set e os atores assumem aquilo que está no papel, tudo meio que sai de controle. Eles tomam conta do personagem e trazem um frescor para o filme. Isso é muito bom, porque, às vezes, a gente está envolvida com uma história há tanto tempo que precisa dessa carga nova para revitalizar”.
Além de estar engajada no lançamento de “Antes que o Mundo Acabe”, que acontece em 14 de maio no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e nas semanas seguintes em outras cidades do país, Ana trabalha também com uma série do canal a cabo HBO, “Mulher de Fases”, na qual assina a direção, ao lado de Marcio Schoenardie.
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sexta-feira, 30 de abril de 2010
Shakira- "Gypsy" live @ The Ellen DeGeneres Show
passei mal
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‘Minha inspiração é a dona de casa’, diz Geisy, em lançamento de sua grife
Usando um vestido curto igual ao que a deixou nacionalmente conhecida, a estudante e agora empresária Geisy Arruda, de 20 anos, afirmou na noite desta quinta-feira (29) que sua grife própria foi pensada para a mulher brasileira, a dona de casa que dá duro. “Seria muito fácil fazer um desfile para todas aquelas modelos lindas e magras. Quero vestir as mulheres brasileiras”. O lançamento da Rosa Divino ocorreu em uma boate do Centro da capital paulista.
A vida de Geisy mudou quando ela foi humilhada em público por alunos depois de ir à faculdade com um vestido rosa curto. Ela estava no primeiro ano do curso de turismo e precisou sair escoltada pela Polícia Militar do campus da Uniban, em São Bernardo do Campo, ABC, em outubro de 2009.
Afirmando estar realizando um sonho, Geisy revelou ainda que desistiu da carreira na área de turismo e não volta mais à Uniban. “Estou fazendo teatro e ano que vem vou cursar artes cênicas. Estou me adaptando à minha nova vida”, contou.
A nova de vida de Geisy, além de participar de programas de televisão e dar entrevistas, a partir de agora, vai ser também cuidar da coleção. No desfile desta quinta, ela apresentou seis modelos de vestidos. Todos justos e na cor rosa. “Tinha que ser rosa neste primeiro desfile, mas existem peças pretas, cinzas”, explicou a moça, que usava um sapato prateado de salto muito alto para combinar com o modelito pink.
As modelos escolhidas para apresentar as peças da Rosa Divino foram pessoas próximas a Geisy, como sua mãe, tias, primas e amigas. “Elas que me inspiraram”, contou a estudante, que, sem revelar nomes, disse ter uma equipe enorme de estilistas por trás da marca.
A assessoria de imprensa da jovem informou que ela não desenha as peças, mas dá muitos palpites. “Eu participo ativamente”, completou a dona da grife.
(Foto: Carolina Iskandarian/G1)
A partir desta segunda-feira (3), os vestidos da Rosa Divino poderão ser comercializados pela internet. A assessoria de imprensa da estudante informou que as vendas online serão no atacado. No entanto, a coleção, que vem nos tamanhos P, M e G, também ficará à disposição em pontos de comércio popular de São Paulo. “Temos locais de venda no Bom Retiro e na Rua 25 de Março”, afirmou Geisy.
Questionada sobre o que fez se lançar como empresária no mundo da moda, a ex-estudante de turismo respondeu que se trata de um sonho, mas revelou uma motivação a mais. “Passei por váios problemas (desde o episódio Uniban) e queria ter os meus próprios vestidos. As lojas nã queriam me emprestar roupas (para participar de programas) porque não queriam ter a imagem vinculada a mim”, explicou.
saiba mais
A dona de casa Maria de Fáima Arruda, de 52 anos, mãe de Geisy, estava bem tímida entre as modelos da festa. Mas afirmou que apoiou a iniciativa da filha. “Ela tem muita coragem, deu a volta por cima”.
Geisy briga na Justiça com a Uniban e pede uma indenização de R$ 1 milhão à instituição por danos morais e materiais por conta da humilhação sofrida. Depois do caso, ela nunca mais voltou à universidade. Nem mesmo para fazer as provas de fim de ano, direito pelo o qual brigou novamente nos tribunais. Ela faltou na semana dos exames. A meta agora parece ser se debruçar sobre desenhos, tecidos, linhas e agulhas. Mesmo que ela apenas dê sua opinião.
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Jason Mraz - I'm Yours live @ EBS Space, Korea
que fofo ^^
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
ultima semana de filmagens de "mulher de fases"
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
Merchan Music
Nova moda entre os artistas é fazer propaganda em clipes e letras de música - e receber cachê de grandes empresas.
por Marcella Chartie
“Imagina nóis de Audi, ou de Citroen/Indo aqui, indo ali/Só pam, de vai e vem.” Quando os Racionais MCs cantaram isso, não estavam fazendo merchan- só declarando seu amor sincero a certas marcas. Mas agora a prática se transformou em negócio: artistas pop estão recebendo para citar marcas em suas músicas e clipes. E já existe até uma agência de publicidade, a Kluger, que é especializada nisso e trabalhou com vários artistas (veja alguns exemplos nesta página). “É fundamental ser discreto. A integridade artística é mais importante do que o marketing”, acredita o dono da empresa, Adam Kluger. Será?
LADY GAGA
MÚSICA: Bad Romance
PATROCÍNIO: HP, Nemiroff, Heartbeats, Parrot, Nintendo, Carrera, Burberry, Alexander McQueen
TRECHO: Os produtos aparecem em várias partes do videoclipe. Até as roupas vestidas pela cantora são merchandising.
MARIAH CAREY
MÚSICA: Shake it Off
PATROCÍNIO: Louis Vuitton (bolsas)
TRECHO: Depois de uma briga com o namorado, ela canta: “Arrumei minhas coisas na Louis Vuitton”.
BRITNEY SPEARS
MÚSICA: Womanizer
PATROCÍNIO: Nokia
TRECHO: O celular Xpress Music aparece duas vezes durante o clipe (27s e 1min30).
P.DIDDY
MÚSICA: Can’t Nobody Hold me Down
PATROCÍNIO: Mercedes-Benz
TRECHO “Tenho uma (Mercedes) Benz que ainda nem dirigi.”
KANYE WEST
MÚSICA: Good Life
PATROCÍNIO: American Express
TRECHO: “Quando pegar meu cartão, vou voltar para Las Vegas.” Nessa parte, mostra um AmEx no clipe.
BLACK EYED PEAS
MÚSICA: My Humps
PATROCÍNIO: Várias grifes de roupa
TRECHO: “Eles me compram tudo isso / Dolce & Gabbana, Fendi & NaDonna (D.Karan)”
PUSSYCAT DOLLS
MÚSICAS: Baby Love, Stick wit’ You e Rio
PATROCÍNIO: Samsung, Nokia e Unilever
TRECHO: Mostra os produtos em clipes (e gravou uma música patrocinada pelo sabonete Caress).
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
gatos de peruca
Depois de fazer sucesso com o lançamento de uma marca de perucas para gatos, há cerca de 2 anos, a norte-americana Julie Jackson resolveu lançar um livro com uma coletânea de 60 fotos dos bichanos paramentados, clicados porJill Johnson.
Chamado “Glamourpuss” (algo como “Gatos Glamourosos”, na tradução para o português), a obra foi produzida com os felinos da própria Julie e da fotógrafa Jill. E, como o trabalho da dupla acabou se popularizando, acabaram por receber a contribuição de outros gatos das redondezas como modelos.
“Fotografar esses animais é mais trabalhoso do que as pessoas pensam. Levamos entre 2 a 4 horas para cada fotografia”, afirma Julie. “A maioria dos gatos gosta de provar as perucas, percebendo que toda a atenção está voltada para eles”, completa. Como os bichanos tendem a se movimentar bastante, os cliques costumam ser feitos logo após eles acordarem de uma soneca – e estarem, preferencialmente, de barriga cheia.
As perucas ainda são vendidas pelo site de Julie, o “Kitty Wigs”, ao preço de US$ 50 (o equivalente a R$ 86). O livro “Glamourpuss” ainda não foi lançado no Brasil, mas está à venda pelo site Amazon, e custa cerca de US$ 15 (ou cerca de R$ 26).
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
ultimos dias de tetos fortes. levei 4 pontos num dedo da mao, depois de estupidamente me cortar num vidro. fiquei bem triste comigo, coisa louca. mas de tudo eh possivel fazer piada, facil pra mim. eh uma forma de defesa, meu psicologo deu a luz e falei o nome dele quando naum devia. momentos intensos com um cara formidavel, momentos intensos com minhas atrizes que adoro. 4 semanas para acabar as filmagens, ok agora um pouco menos. naum sinto saudade ainda, tem tempo para construir mais e mais as relacoes que eu quero pra minha vida. pessoas maravilhosas nas redondezas, elas superam qq coisa negativa que me incomoda. amor intenso e explodindo no peito. trabalho, trabalho, trabalho. um mes e 11 dias depois uma viagem com destino unknown. sentir amada eh muito gostoso, o que sao 4 pontos no meio de tudo isso? amizades antigas sao sempre sinceras nos sentimentos, naum preciso muito alem disso. querendo fazer o melhor e querendo fazer o bem para quem eu quero bem. para os que eu nao quero bem o suficiente eh naum me importar, energia perdida naum recuperada. sigo tentando. tentando em tudo, de todas as maneiras, com humores diferentes, com interferencias quimicas ou naum. to vivendo depois de tanto tempo ou talvez como nunca antes. estou sem tempo. 11 de maio, 5 de abril. lost cause.
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